4º ano / turma C

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carnaval 2013

domingo, 15 de janeiro de 2012

O Passado do Meio Local - Lousã


A LOUSÃ
   Esta semana vamos iniciar um novo tema de Estudo do Meio: o Passado do Meio local.
   O teu meio local é o sítio onde vives, a tua terra, a Lousã. Será que a conheces bem? Será que sempre foi como a conheces?
   Com este trabalho vamos ficar a conhecer melhor o teu concelho: a origem do seu nome, a localização, freguesias, rios que aqui passam, a população, a história, lendas, pessoas que se tornaram importantes, nomes de ruas, estátuas, monumentos, artesanato, pratos típicos/ confrarias, locais de interesse, festas, feriado municipal...


INTRODUÇÃO
Sede de concelho com 6 freguesias, a vila da Lousã situa-se próximo da margem esquerda do Rio Ceira, no sopé ocidental da Serra da Lousã e estende-se pelas suas colinas até ao profundo vale por onde corre o Rio Arouce. Os mais antigos vestígios de presença humana na região datam do período da dominação romana. Segundo a lenda, Arunce, o rei de Conímbriga foi o fundador desta povoação. Sendo frequentemente assaltada e saqueada, o rei foi obrigado a refugiar-se juntamente com a sua filha, a princesa Peralta, num castelo que mandou edificar. Junto ao castelo nasceu a vila de Arouce (Lousã). Em 1151 a Lousã recebe o seu primeiro foral, pela mão de D. Afonso Henriques. O concelho, rico em história e monumentos, apresenta uma ruralidade serrana bem típica e genuína. A Serra da Lousã caracteriza-se pela sua magnitude e simplicidade e oferece cenários de grande beleza paisagística, seja com as neves do Inverno, com o ouro primaveral das giestas, com o verde matizado do Verão ou com as tonalidades amarelecidas do Outono. Trata-se de um local privilegiado para a prática de desportos de aventura. Junto aos seus cursos de água pode praticar-se a pesca, especialmente de trutas, e a caça. A serra guarda um conjunto notável de aldeias tradicionais em xisto, como Talasnal, Vaqueirinho, Casal Novo, Catarredor, entre outras.






GENERALIDADES DO CONCELHO
Gentílico Lousanense
Área139,16 km²
População15 753 hab. ( 2001)
Densidade populacional (hab./ km²) 100,6
Superfície (km²)138,4
Número de freguesias6 [Casal de Ermio, Foz de Arouce, Gândaras, Lousã, serpins e Vilarinho]
RegiãoCentro
Sub-regiãoPinhal Interior Norte
DistritoCoimbra
Antiga provínciaBeira Litoral
Confrontação Geográfica Norte: Vila Nova de Poiares
Leste: Góis
Sueste: Castanheira de Pera
Sul: Figueiró dos Vinhos
Oeste: Miranda do Corvo
Principais Recursos hídricos Rios Ceira e Arouce

BRASÃO E BANDEIRA
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" De negro com uma banda ondada de prata e de azul, acompanhada com um rodízio de ouro com oito pás do mesmo metal e por um molho de espigas de trigo de ouro atado de verde..Coroa mural de prata de quatro torres. Bandeira amarela e azul. Listel branco com letras pretas. Lança e haste dourada"
Descrição heráldica:
- O negro representa a Terra e significa honestidade;
- Os rios são representados por faixas ondadas de prata e azul;
- O rodízio representa a notável indústria do papel e destina-se a representar os engenhos de água corrente. O ouro da peça significa riqueza e representa poder;
- As espigas em ouro representam a agricultura local, uma das grandes riquezas da Lousã
A coroa mural de quatro torres é a que está estabelecida para a categoria de Vila.

História




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ORIGENS
A origem da vila da Lousã está intimamente ligada à da ocupação romana. São inúmeros os artefatos desta época que chegaram até nós, como pedras tumulares, moedas, tijolos, telhas, peças de metal e vidro. Alguns indícios apontam que no Vale do Ceira terá existido explorações de ouro de relevo.
A vila da Lousã provavelmente teve origem ainda nos tempos de ocupação muçulmana. Reza a lenda que um emir, ou um rei, teria mandado erguer o castelo para proteger a sua filha Peralta, pois precisaria ir para o Norte da Áfria em busca de reforços para combater as tropas cristãs. O nome deste emir seria Arunce, e em sua homenagem tanto a povoação quanto o castelo tiveram o nome de Arouce.

SÉCULO X
Foi um período marcado pela reconquista cristã e expulsão dos mouros. Em alguns registos desta época, como um documento de 943 que estabelece um acordo entre o Abade do Lorvão (Mestúlio) e Zuleima Abaiud (moçárabe, um cristão convertido à força ao islamismo). Neste contrato surge o nome Arauz, topónimo identificativo de uma povoação muito importante na região. Localizava-se junto do local onde foi construído o castelo de Arouce
.
Ainda no século X, ocorreu a repovoação da área onde hoje situa-se a sede do concelho.

SÉCULO XI e XII
Foi no séxulo XI com a chegada a paz ao Vale do Mondego, que ter-se-á iniciado o desenvolvimento da bacia da Lousã. Era uma altura em que já havia segurança e as pessoas podiam andar à vontade sem precisarem se refugiar atrás das muralhas do castelo de tempos em tempos.
O castelo é uma icógnita quanto à sua construção. A teoria mais aceite seria de que foi erguido na época da dominação muçulmana. Há factos que indicam que D. Sesnando, um moçárabe proviniente de Tentúgal (educado em Córdova) terá construído ou reformado o imóvel. D. Sesnando foi ainda um grande nome da história local. Ele reorganizou e foi o responsável pela defesa e pacificação do vasto território. Foi ainda responsável pela reconstrução de muitos castelos como o da Lousã / Arouce, Coimbra, Montemor-o-Velho, Penacova e Penela.
Durante os reinados de D. Teresa e depois de D. Afonso Henriques, a região da Lousã prosperou cada vez mais. Em 1147, foram reconquistadas Santarém e Lisboa. Com isso, o rei ordenou a recuperação de castelos importantes como o de Arouce, mencionado no foral de Miranda do Corvo em 1136. Em 1151 foi quando o castelo recebeu foral. Em 1160 ocorre a primeira referência a Lousã, sem estar ligada a Arouce, num documento régio.


SÉCULO XVI
Em 25 de Outubro de 1513 o seu foral foi renovado por D. Manuel I. O documento original deste foral encontra-se no Museu Municipal.
A fundação da Misericórdia, a 2 de Setembro de 1566, ocorreu durante o reinado de D. Sebastião.

SÉCULO XVIII
Foi no decorrer do século XVIII que a Lousã transformou-se numa numa localidade ainda mais rica e próspera. As familias nobres efectuaram muitas construções com traçado fino. Ainda hoje, mantêm-se muitas dessas casas de amplas fachadas, de belas cantarias e portais trabalhados destacam os brasões das famílias. As quintas com solares que ainda restam, revelam a forma de vida adoptada pela fidalguia rural da época.
O Século XVIII foi ainda marcado pela criação da indústria do papel na Lousã (Engenho do Papel do Penedo), que assumiu grande importância na região, ganhando contratos de fornecimento para a tipografia da Companhia de Jesus de Coimbra, a Tipografia Académica fundada pelo Marquês de Pombal e até mesmo para a própria Casa da Moeda.
Nesta época surgiram várias indústrias no concelho, como:
a) A Fábrica do Casal de Ermio (1853/1890), tendo sido adquirida pela fábrica do Penedo algum tempo mais tarde para funcionar como central eléctrica.
b) Em Serpins, a Fábrica do Boque (1868) com a primeira máquina portuguesa para produzir papel contínuo.

Foi ainda neste século, XVIII, que foi fundado o Hospício de Santo António (ligadoà Ordem Franciscana). Contudo, este foi abandonado em 1834 com o fim das ordens religiosas.

SÉCULO XIX e XX
Em 1906, chegou o caminho de ferro ligando Lousã a Coimbra e daí a todo o país. Foi em 1924 que chegou a electricidade para substituir antiga iluminação a petróleo (de 1886) através da companhia Padilha e Rebelo (mais tarde Companhia eléctrica das Beiras).
As Invasões Francesas trouxeram a destruição e a pilhagem aos homens e bens da localidade. No início do século XIX à passagem de Massena as suas tropas destruiram tudo o que lhes foi possível. Pilharam e queimaram as casas, celeiros e igrejas. Ao que se sabe, da Igreja Matriz levaram inúmeras pratas, entre as quais uma custódia doada no século XVI pelo Padre Cáceres.

SOBRE A VILA
A vila se desenvolveu inicialmente em torno do largo da Igreja Matriz, onde se situavam também o Tribunal e os Paços do Concelho. As suas poucas ruas eram estreitas e as casas pegadas umas às outras. Algumas com jardins de grande beleza. As ruas Nova, das Forças Armadas e Viscondessa do Espinhal são conhecidas pelos solares barrocos. Nestas ruas localizavam-se os edifícios de serviços públicos, como a Misericórdia. O Casal do Rio ficava um pouco mais afastado e possuía um lindíssimo palácio. No século XX foram construídos a nova Igreja Matriz, o Hospital (1888), o Teatro e o matadouro (1893).
Continuando de mãos dadas ao progresso, Lousã espera para breve a construção do metro de superfície que facilitará a ligação a Coimbra.

(*) Texto de Salomé Joanaz e Renato Soares especialmente para o regiaocentro.net. Março de 2001. Fotografias de Leonardo Opitz.
Câmara Municipal

LENDA DA PRINCESA PERALTA


 
   Conta a lenda ter sido este castelo mandado construir pelo rei de Conímbriga chamado Arunce. Este local constituíria um local de refúgio que, embrenhado na floresta, confundia os ataques inimigos. É perante uma invasão a Conímbriga, então perto do mar, perpretado pelo Príncipe Lausus, que o Rei Arunce se vê obrigado a fugir para a atalaia da lousã, levando consigo a sua filha Peralta e todas as suas riquezas. Contudo, no momento da fuga, a Princesa Peralta e o Príncipe Lausus terão trocado olhares que os deixou enamorados. O ímpeto de Lausus leva-o a ir em busca da sua amada, percorrendo as serranias da região. O velho monarca, sabendo das intenções do seu inimigo, resolve ir ao encontro de Lausus, deixando as riquezas e a princesa fechados no castelo da Lousã. Neste confronto morre o rei Arunce e , não havendo ninguém conhecedor do refúgio da princesa Peralta, conta a lenda que ainda hoje, de vez em quando, se ouve o soluçar apaixonado da jovem Peralta, aguardando pelo seu princípe.
   Em memória dessa história, Lausus terá dado origem ao nome da vila da Lousã, inicialmente Lousada, enquanto que o rio envolvente ao castelo terá ficado com o nome de Arunce e, posteriormente, evoluído para Arouce.

O Rei Arunce e a Princesa Peralta - Quadro do Mestre Carlos Reis  [clique para ampliar]

 Lenda de Castanheira de Pêra

   Diz a lenda que a princesa Peralta fugiu de Conímbriga em 72 a.C, refugiando-se no castelo de Arouce, em Lousã.
Por influência de Sertório (guerreiro romano que por ela se apaixonou), decidiu partir para Sertago. Chegando ao local onde hoje se situa Castanheira de Pêra, a sua aia faleceu e a princesa mandou sepultá-la num grande penhasco onde terá inscrito "Antigona de Peralta/Aqui foi da vida falta".
Ainda segundo a tradição, a Deusa Vénus, que perseguia a Princesa, enviou um poderoso raio, transformando os acompanhantes em montanhas e a bela Peralta numa formosa sereia, que ficou vivendo nas águas que brotavam da serra. O raio apagou também parte da inscrição tumular, tendo restado apenas “Antig…a de Pera….”.

MONUMENTOS

Palácio dos Salazares
Também conhecido por Casa da Viscondessa do Espinhal, foi mandado construir nos finais do séc.XVIII. Está associado a episódios das invasões francesas. Actualmente é o Mélia Palácio da Lousã.

Câmara Municipal
Edifício revivalista de linhas sóbrias, terminado em 1934. No seu jardim encontra-se o Busto em homenagem ao Dr. Alcino Simões Lopes, apelidado de " o médico dos pobres".

Castelo
Também conhecido como castelo de Arouce. O castelo é uma icógnita quanto à sua construção. A teoria mais aceite seria de que foi erguido na época da dominação muçulmana. Há factos que indicam que D. Sesnando, um moçárabe proviniente de Tentúgal (educado em Córdova) terá construído ou reformado o imóvel. 

aldeias serranas
Candal, Talasnal e Chiqueiro

 Casa Nobre
Situada na rua Movimento das Forças Armadas, data do séc. XVIII, onde se destaca a porta encimada por frontão interrompido com pedra de armas e as cantarias das janelas de avental.


 Igreja Matriz
Foi reconstruída no séc. XVIII e o seu orega é S. Silvestre.

Quinta condes da Lousã

Piscinas naturais
Situam-se em plena serra da Lousã e constituí um local de lazer para quem as visita. As suas águas são provenientes da ribeira de S. João.

Pelourinho
Edificado no séc. XI, encontra-se junto à Câmara Municipal. Possuí quatro caras ( dois homens e duas mulheres). O poder judicial estava configurado no pelourinho.

Capela da Misericórdia
Foi edificada em 1568, é um templo de pequenas dimensões, do tipo arquitectónico das igrejas de Misericórdia edificadas na segunda metade do séc.XVI.Situa-se na rua Viscondessa do Espinhal

 Monumento à Família
PERSONAGENS ILUSTRES
Desde a sua existência, a Lousã terá tido muitas pessoas de grande mérito, algumas das quais terão ficado esquecidas, outras que a história se encarregou de nos recordar, e outras ainda que estão bem presentes entre nós.

De entre estas pessoas do passado e do presente, e pelo que desempenharam ou desempenham, salientamos:
João José Vaz Preto Geraldes – foi Par do Reino no reinado de D. Maria II.
Manuel Vaz Preto Geraldes – foi Par do Reino, no reinado de D. Carlos.
José Nicolau Nunes de Oliveira – foi Governador Geral de Moçambique.
D. António Baltasar Marcelino – é o Bispo da Diocese de Aveiro.
Vasco Correia Lourenço – foi um dos principais Capitães do 25 de Abril de 1974.
              clica nos nomes para leres a biografia de cada figura
João Luso (1875-1950) :Escritor e jornalista, membro da Academia Brasileira de Letras.

Dr. José Cardoso (1885-1959) :Republicano e advogado, regionalista convicto e beirão assumido. Impulsionador da construção da estrada da serra ligando aos concelhos de Lousã e Castanheira de Pera.

Dr. Alcino Simões Lopes (1894-1980) :Médico benemérito das gentes da Lousã, considerado o médico dos pobres.
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Álvaro Viana de Lemos (Lousã, 1881-1972): bibliotecário arquivista, professor e pedagogo.
José Carranca Redondo (1917-2005) Industrial da Lousã, fabricante do célebre Licor Beirão, o Licor de Portugal e seu principal publicitário.
Outros: Dr. Louzã Henriques e pintor Carlos Reis
ARTESANATO
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Artefactos de Madeira: Crivos e peneiras
Artefactos em Madeira: calendários perpétuos, marionetas, miniaturas de Presépios
Carpintaria: Mobiliário Tradicional
Bordados e Rendas: Peças diversas
Artefactos em Pedra de Xisto: Miniaturas de casas serranas
Cerâmica e Azulejaria: Peças diversas
Ferro Forjado: Peças diversas
GASTRONOMIA E PRODUTOS LOCAIS
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Chanfana de Cabra [ou 'carne de casamento' por ser um prato muito usado nas bodas locais]
Pataniscas, Migas Serranas, Cabrito entre outras delícias
Tijelada Lousanense
Serranitos e Talasniscos: [à base de castanhas e mel]
Vinho da Quinta de Foz de Arouce
Licor Beirão e Aguardente de Pêra
Mel de Urze da Serra da Lousã: [Produto D.O.P.- Denominação de Origem Protegida]
FERIADO MUNICIPAL
Feriado Municipal: 24 de Junho
Significado do dia: Dia de festa em honra de S. João, Santo Padroeiro do concelho.
“Aos dezanove de Janeiro de mil novecentos e onze, nesta Vila da Lousã e sala das sessões municipais, onde se achava o Presidente da Comissão Administrativa Municipal, o cidadão Francisco José de Figueiredo Júnior e os vogais, Manuel Dias Anastácio, Abel Batista e Pompeu Coelho Henriques, sendo onze horas da manhã o Presidente declarou aberta a sessão, estando presente o administrador do concelho, José Pereira da Cruz.
....Determinando o artigo 2º. do decreto de 12 de Outubro de 1910, que as Câmaras Municipais, dentro da área do seu concelho, possam considerar um dia feriado por ano, deliberou a Câmara que esse dia seja o dia 24 de Junho... Não havendo mais assunto algum a tratar foi encerrada a sessão. Eu, António Cortês da Fonseca, secretário do da Câmara a escrevi. [Livro de Actas das sessões da Câmara Municipal da Lousã, 14 Ago.1909-16 Mar.1911, f. 133]”
Fonte: Site oficial da Biblioteca Municipal de Lousã em: www.cm-lousa.pt/biblioteca/feriadmunicip.htm

MERCADO SEMANAL 
Terça-feira e Sábado

FEIRAS,FESTAS E ROMARIAS
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Romaria de Nossa Senhora da Piedade [Lousã]: durante o mês de Maio.

Festas e Feira Anual de São João [Lousã]: Realiza-se na Lousã, e é a Festa do Concelho, congregando diversões, música e feira comercial e industrial. Tem por referência o dia 24 de Junho - S. João e Feriado Municipal. A sua duração é de vários dias, tendo por referência não só o dia da semana do Feriado Municipal como o fim-de-semana que se lhe segue.

Festa em honra de São Silvestre [Lousã]: 1º. fim-de-semana de Julho.

Festa da Senhora da Pégada [Foz de Arouce]: Realiza-se em Foz de Arouce, sede de Freguesia do Concelho da Lousã, em Setembro, normalmente no 2º fim-de-semana. É uma festividade de características populares, com romaria e arraial popular com divertimentos, música e uma pequena vertente comercial.

Outros eventos na sede de concelho: Mostra Nacional de Artesanato; Feira da Castanha e do Mel; Mostra de Caça e Pesca; Semana da Juventude; Festa do Idoso, etc.

Outros eventos nas freguesias: Durante todo o ano são inúmeros os festejos realizados nas diferentes freguesias do concelho, em honra dos Santos Padroeiros das diferentes localidades. O seu calendário é móvel e estabelecido anualmente.
LOCAIS DE INTERESSE




Aldeias serranas, Castelo, piscinas naturais, miradouros, Nossa Senhora da Piedade



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